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ENCONTRO ILUSTRADOR

O ilustrador Hugo Teixeira visitará a nossa escola a 11 de maio para um encontro com alunos de Educação visual do 8º e 9º ano, num projeto que junta a BE e a prof. Ana Guerreiro.

Hugo Teixeira é um dos novos autores de BD portuguesa, desenhador multifacetado com participações nos seguintes projetos: Zona, Zona Zero e Zona Negra, especial terror Motelx. Este autor é um fã de Manga transportando todo este universo para as suas bandas desenhadas atuais.

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Hugo Teixeira

Durante o encontro, o autor-desenhador não só divulgará a sua obra publicada como partilhará com os alunos as suas técnicas de desenho e ilustração.

A partir de dia 3 de maio, estarão disponíveis na BE, com um desconto especial, duas das obras que ilustrou, editadas pela Asa: MAHOU – Na Origem da Magia e MAHOU – Perdidos no Tempo. Quem adquirir um ou dois exemplares terá direito, após o encontro, a um autografo personalizado pelo desenhador.

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folheto informativo com o regulamento       ficha-de-inscricao    site

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O autor d’A Vila das Cores, Bruno Magina,  um dos vencedores da Bolsa Jovens Criadores 2015, na área de literatura, esteve a tempo inteiro durante os dias 26 e 27 de novembro p. p. no Agrupamento de Escolas Daniel Sampaio (AEDS).

O convite ao autor surgiu no âmbito do projeto multidisciplinar Um Livro, Um Mundo, iniciativa promovida pela Biblioteca Escolar (BE) da EB Vale Rosal que rapidamente se estendeu às outras BE e Escolas do Agrupamento.

No 1º período 2015 / 2016, Um livro foi A Vila das Cores, Um Mundo foram os sentidos inferidos a partir do texto e da cor. Enquanto texto multimodal, a obra de Bruno Magina permitiu a um grande número de alunos dos vários ciclos e níveis de ensino do AEDS, auxiliados pelos seus Professores e Professores Bibliotecários (PB), fazerem uma interseção entre a estética literária e as artes plásticas. As suas propostas de análise consubstanciaram, por um lado, uma articulação curricular vertical e horizontal, por outro, as mais diversas apresentações finais, nos mais diversos suportes.

Dulce Sousa

Nota do editor: as imagens em diaporama ilustram a presença do escritor na ESDS e a exposição dos trabalhos dos alunos do 8º ano, coordenados pela profª. Ana Guerreiro e do 12ºI (PAI), coordenados pela profª. Armanda Mendes, também autora da maioria das fotos.

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uma aventura literária (mais…)

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O Diário Gráfico regressa neste ano letivo com um tema curioso….

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Definir arte não tem sido consensual ao longo os tempos. Dominar técnicas e apresentar destreza manual na realização de uma obra era o bastante para assim ser considerado, mas, durante o Renascimento, foi necessário acrescentar o estudo e a experiência, e hoje, definimo-la como a  criação de objetos, imagens ou ações cuja finalidade é a fruição estética.

Mas a arte também tem sido usada para outros fins que não apenas o estético, e muitos são os casos de pessoas que a ela recorrem para aliviar o seu sofrimento como Bobby Baker, a quem foi diagnosticada uma perturbação borderline da personalidade e, num processo terapêutico, realizou muitas ilustrações que estiveram expostas em 2010, na fundação Calouste Gulbenkian, num total de 158 desenhos, que mostram as experiências em enfermarias psiquiátricas, centros terapêuticos, e retratam as situações angustiantes pelas quais a autora passou.

Outra situação é a de Jenny Schwarz, doente de fibromialgia, que se expressa através da arte para minimizar o sofrimento que a doença lhe causa, e é só nos momentos em que a doença se manifesta que Jenny Schwarz pinta.

Esta arte autêntica, que tanto interessou o pintor e teórico de arte Jean Dubuffet, produzida por  pessoas hospitalizadas com doença psíquica, crianças e também pelos pintores naïf, levou-o a criar, em 1945, a designação “Arte Bruta” para incluir todos os que expressavam uma arte pura, sem influências. Enquanto pintor, valorizou as técnicas e os materiais como parte essencial da obra às quais subordinava a forma ou até a cor. Inspirou-se na simplicidade da existência e produziu uma pintura matérica, pouco convencional, caracterizada por grossos empastes a que adicionava materiais não tradicionais e simples como areia, cartão, vidro triturado, entre outros.

Numa outra perspetiva, a arteterapia tem como objetivo o efeito terapêutico do trabalho artístico realizado por pessoas com doença psíquica, traumas e outras enfermidades, reconhecendo num fazer devidamente acompanhado, com recurso a metáforas e a um pensamento simbólico, uma maneira de aceder a camadas mais profundas onde existe o núcleo da criatividade e, aí, através de um trabalho artístico continuado, iniciar a mudança.

Fig. 6

Fig. 6

Inicia-se a representação com formas que mais não são do que projeções do eu. E, através dessas formas, o indivíduo vai tornando visível o que não compreende e iniciando a transformação.

Não se pretende ensinar arte, e muito menos formular juízos estéticos, aliás os trabalhos devem ser reservados ao sujeito e ao terapeuta e, portanto, preservados de exposições públicas porque o que se cria, naquele papel, ou em outro suporte, são partes de uma construção que se está a erguer.

Em arteterapia, são vários os recursos artísticos e técnicas das artes plásticas, bem como de outras áreas artísticas como a música, a representação, etc., e os terapeutas de acordo com a sensibilidade de cada pessoa utilizam a técnica adequada.

Dentro das artes plásticas, os materiais são fundamentais para o trabalho terapêutico, até porque eles próprios apresentam uma carga simbólica que facilita o processo de cura.

As tintas, por exemplo, propiciam a expressão e a desinibição, e mesmo o sujar as mãos ou a mesa ou seja o que for, liberta de repressões internas. E quando é realizada num suporte de grandes dimensões obriga a gestos mais amplos, a percorrer o espaço da pintura e, se o trabalho for coletivo, acentua atitudes mais soltas e extrovertidas.

No caso da aguarela, em que a tinta exige maior quantidade de água e por isso é maior a fluidez, os sentimentos e as emoções trabalhados em sessão de terapia, tornam-se também mais fluidos e difíceis de controlar. As pessoas mais rígidas ou racionais tendem a resistir à experimentação da aguarela.

Outras técnicas como a pintura a óleo propiciam outras interpretações. O solvente que se utiliza, nomeadamente a essência de terebintina, tem a função de proteger a tela, e os óleos com que se dilui a tinta, o preparar dos materiais e todo o fazer, remetem para um ritual mágico em que os óleos são utilizados para purificar e proteger.

O desenho, mais acessível a todos, mas ainda assim capaz de causar inibição, sobretudo aos adultos, é mais controlável do que a pintura. Num desenho começa-se quase sempre pelo contorno da figura, raramente se parte de dentro para fora, há a necessidade de a delimitar, de a aprisionar na linha.

Fig. 7

Fig. 7 – Henri Matisse

Outra técnica importante, em terapia, é a colagem. Inicialmente, foi levada pouco a sério, era vista como uma brincadeira, e só quando pintores como Picasso ou Georges Braque a utilizaram ou, ainda, Henri Matisse, que após uma doença grave recorreu a este “desenhar com tesouras” como lhe chamou, a colagem foi valorizada.

Dividida em duas partes: primeiro, o corte de papéis com tesoura, ou simplesmente o rasgar, que é libertador; depois, a criação com os fragmentos com a liberdade e o poder transformador que a ação sugere.

Uma outra versão de arteterapia é a moda dos livros de colorir que, segundo notícia do jornal Diário de Notícias, está a ser tão “viral”, a ponto de, entre os 12 livros mais vendidos nos Estados Unidos, metade são livros para colorir.

Johanna Basford, uma autora desses livros, é definida como “uma ilustradora que cria intrincados desenhos à mão, com inspiração na fauna e flora que rodeiam a sua casa na Escócia.” A autora de sucesso na Amazon considera que a arteterapia destes livros é parecida com a situação de se desligar do mundo: “É criativo e não assusta como uma folha em branco. Para muitas pessoas, um livro para colorir satisfaz a nível artístico e acrescenta um toque de nostalgia. Além de que, com o sucesso destes livros, o adulto não precisa de fazer como em criança, muitas vezes à noite antes de dormir e às escondidas dos pais, porque atualmente é uma prática socialmente aceite.”

Trata-se de uma atividade lúdica que requer apenas o preenchimento, com lápis de cor ou canetas de feltro, de figuras já desenhadas pelos autores dos livros. Não existe a preocupação com o desenho e com o não saber desenhar.

As pessoas que recorrem à arte como forma de tratamento de problemas mais ou menos graves ou como apaziguamento de inquietações, reconhecem, nesta atividade, uma necessidade não só de superar o sofrimento mas algo mais, inexplicável, que as transcende.

Por outro lado, há estudos que defendem a formação de símbolos como estando na base da estruturação psíquica e que, numa idade precoce, há a identificação do símbolo com o objeto, e só quando se dá a separação entre eles e se aprende a recriar novas formas se aprende, também, a lidar com a perda e o sofrimento de uma forma saudável.

Ana Guerreiro

Fontes das imagens:

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A professora Ana Guerreiro, regular dinamizadora desta rubrica com os trabalhos dos seus alunos, e também colaboradora da BE, levou a cabo em colaboração com esta, uma exposição de diários gráficos dos 9ºAnos que tem suscitado grande interesse, em particular junto dos alunos.

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O nosso Galinheiro

O desenho é o resultado da nossa vontade em representar tudo aquilo que nos rodeia e o que nos sensibiliza, quando queremos transmitir algo, uma ideia ou uma mensagem. É a maneira de ver, de uma forma diferente, uma realidade. Saber desenhar é, principalmente, uma questão de prática e de observação.

Existem muitas técnicas para desenhar: desde o lápis de grafite, carvão, lápis de cor, lápis de cera, pastel, marcadores, esferográficas, canetas de aparo, pincel, etc.

No lápis de grafite, existe o material que faz o risco que é o grafite.

O grafite é graduado do tipo duro (designado por H) ao tipo macio (designado por B). As variações vão do 6H, passando por H HB F, até 6B.

A mina dura permite um traço leve e fino, bom para um desenho mais rigoroso.

A mina macia permite um traço escuro e largo, bom para um desenho expressivo.

O Círculo Cromático

O círculo indica:

  1. As cores primárias estão no centro em formato de triângulo e são o azul cien, o magenta e o amarelo;
  2. As cores secundárias estão dentro do formato de hexágono e são o violeta, o laranja e o verde;
  3. As cores terciárias estão no círculo externo e são todas as outras cores.

Então, misturar todas as cores dá branco ou dá preto?

Esta é uma pergunta mesmo difícil…

Podemos encontrar a explicação científica mas a resposta a esta pergunta não é uma só!

Depende se estamos a falar de uma mistura de luzes ou de uma mistura de pigmentos…

Resumindo, a explicação mais simples é:

– A adição de todas as luzes resulta na luz branca.

– A adição de todos os pigmentos coloridos resulta na cor preta.

Natal Comunidade Vida e Paz 2014

Para a decoração da 26ª Festa de Natal com as Pessoas sem Abrigo os alunos do 8º A, 8º B, 8º C, 8º D e 8º E da Escola Secundária Daniel Sampaio executaram círculos cromáticos subordinados ao tema da festa “365 Dias em Dádiva” onde a técnica plástica mais utilizada foi a pintura, com o mote dos conteúdos programáticos da cor. As cores dominantes foram as cores básicas e secundárias: Amarelo, Azul Cyen, Magenta, Verde, Laranja e Violeta. Os alunos do 8º F (Percursos Curriculares Alternativos) executaram a faixa do tema para o salão principal da festa.

Links da RTP com a cobertura televisiva da Festa de Natal 2014:

Soledade Estribio (professora)

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MIBE

 

Outubro é o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, que este ano tem como mote Bibliotecas Escolares, um Mapa de Ideias. Em Portugal, ficou decidido que o dia 27 seria oficialmente o seu Dia. Desta forma, as BE do concelho de Almada acordaram em publicar um cartaz conjunto para todo o concelho. O escolhido foi o proposto pela professora-bibliotecária Luzia Pequito, do Agrupamento de Escolas da Caparica,  que aqui publicamos no Bibli com imenso gosto.

Também na nossa escola, após a formação de utilizadores de todo o 7ºAno, pudemos finalmente dedicar algum tempo a comemorar essa efeméride: mais uma vez,  alunos de 9º Ano da professora Ana Guerreiro, colaboradora do Bibli desde o seu início e este ano membro da equipa, realizaram trabalhos gráficos – o seu próprio mapa de ideias sobre a biblioteca escolar. Aqui fica em diaporama o registo de algumas das suas produções.

Ouvimos ainda dizer que no dia 27, alguns livros conspiravam a sua fuga das estantes em busca dos seus potenciais leitores, mas não há nada como esperar para ver, pois se tivermos mais notícias, disso lhes daremos conta muito em breve.

Fernando Rebelo, PB 

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