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O assunto não é consensual mas diz-nos respeito a todos. Uns acham que o sonho europeu terminou, no meio de nacionalismos, populismos, terrorismos, ondas de refugiados, assimetrias económicas, resgates e referendos; outros creem firmemente que, apesar de tudo, a Europa é o único caminho para os que a ela aderiram, o único meio de evitar futuras guerras e de aspirar a um futuro melhor. Todos, porém, estão de acordo que esta União vive uma das crises mais graves da sua História de quase 60 anos.

E o que acha o leitor? Aproveite para pensar no assunto e deixe-nos a sua opinião na sondagem que hoje iniciamos.

Fernando Rebelo

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Sobre a última sondagem – quais os efeitos dos cortes financeiros nas escolas?

criseJá há dois anos que se tem mantido a mesma sondagem aqui no Bibliquais os efeitos dos cortes financeiros nas escolas. Primeiro, tornou-se difícil encontrar outra, quando tudo e todos à nossa volta tornavam praticamente este (ou a crise em geral) o único tema da atualidade; depois, desde que em finais de 2011 foi publicada até hoje, foi interessante observar a evolução do voto dos leitores: de uma vantagem clara inicial do quem gosta do que faz continuará a fazê-lo mesmo sob piores condições financeiras, foi-se passando para um pessimismo crescente, sendo hoje a maioria aqueles que sobrepõem uma grande desmotivação dos profissionais (34%) ao otimismo motivacional do item anterior, que acabou por se ficar por uns modestos 20%.

Ainda assim, 15% acredita que uma maior racionalização de recursos e soluções imaginativas para a sua falta poderão ajudar a superar os efeitos dos cortes, contra 12% que, pelo contrário, crê que a consequência será uma perca de qualidade no ensino e nos equipamentos. Finalmente, empatados em último lugar com 9,5%, os restantes votantes dividem-se entre os que acham que, apesar de tudo, os profissionais continuarão a dar o seu melhor pelos alunos, enquanto que outros tantos defendem que a vida nas escolas limitar-se-á às aulas e avaliação dos alunos.

No geral,  temos então um triunfo por 12% das perspetivas negativas sobre a visão mais otimista (ou terá ganho a abstenção?).

Nova sondagem – qual o acontecimento mais marcante de 2013?

Chegados ao final deste ano, que a muitos não deixará saudades, propomos agora aos leitores que escolham o acontecimento mais marcante de 2013 – nacional, 2013-clockinternacional, fica ao critério de cada um – será que a crise continua a ser o Tema dos Temas, ou outros acontecimentos como o apuramento para o Mundial de Futebol, a eleição do Papa, ou os ditos sinais de retoma já marcaram algum espaço nas nossas agendas de 2013? Estaremos quando chegados ao final de 2014 ainda encurralados no mesmo assunto? Esperemos que não… para darmos algum significado aos votos de Feliz Ano Novo.

E, para nos refrescar a memória, embora sem referências a Portugal (que se só parece ter tido relevo mediático global com o hat-trick the CR7 contra a Suécia ou com as ondas da Nazaré), aqui fica, com alguns tons de otimismo anglo-saxónico, 2013 em revista. (2013: what brought us together – o que nos juntou)

imagens: daqui e daqui

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Depois de 25% dos nossos leitores terem respondido que as férias eram essencialmente para descansar, 19% acharem que serviam para estar com familiares e amigos, 13% as preferirem para viajar, ou quebrar a rotina e 6%  as preferirem quer para porem os seus assuntos em dia, quer para se enriquecerem culturalmente ou dedicarem mais tempo aos seus hobbies, propomos-lhes agora um tema infelizmente incontornável – que efeitos terão os cortes financeiros nas escolas, quer pela diminuição dos recursos disponíveis, quer pelo agravamento das condições de vida dos seus profissionais?

Nada de novo, no entanto, pois 13% dos respondentes do inquérito anterior sobre as férias já questionava: “que férias?”.

Aqui fica então o nosso desafio nesta nova Sondagem do Momento, em que poderá participar clicando numa das opções da barra lateral direita. Será que o “amor à camisola” se vai sobrepor à desmotivação? Será que a nossa disciplina ou imaginação conseguirá suprir a falta de recursos? Têm vocês a palavra…

imagem daqui

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Sobre a última sondagem…

Nos últimos meses quisemos saber a opinião dos nossos leitores sobre os inventos/descobertas que poderiam ser mais importantes em 2011. Todas as opções apresentadas se baseavam não em fantasias de uma qualquer ficção científica ou avanços técnicos previstos para um futuro longínquo mas em previsões publicadas em sites da especialidade, como já foi referido no post aqui no Bibli que lançou a questão aos nossos leitores.

As respostas deram clara primazia às descobertas relacionadas com as melhorias no campo da saúde, e foi sem surpresa que a previsibilidade da cura ou, pelo menos, o controlo do vírus do SIDA, ficou em 1º lugar com 45% dos votos. Em segundo, com 15%, o alívio da dor crónica através de um implante de um microship manteve a tendência. Apenas no terceiro posto, com 13% das escolhas, ex-aequo com a cura de algumas formas de cegueira com uma retina artificial, a descoberta de um planeta semelhante à Terra se intrometeu nestas escolhas relacionadas com a saúde.

Com 5% dos votos, no 4º lugar, tivemos as viagens turísticas ao espaço e a iluminação pública natural através da colocação de nano partículas nas folhas das árvores, enquanto que o ecrã interactivo em tecido, papel, madeira ou qualquer outro material e o carro voador apenas contaram com 3% das preferências. Finalmente, nenhum leitor pareceu entusiasmado com as bactérias que armazenam dados substituindo os discos rígidos.

Uma nova sondagem…

Embora seja um assunto que gostaríamos de evitar, parece-nos de momento incontornável pois afecta a sociedade portuguesa como um todo – como vai cada um reagir à crise? Ao levantarmos a questão aos nossos leitores não pretendemos situá-la a nível ideológico ou partidário, apenas a nível pessoal e cívico, mais uma vez, sem outra pretensão que não seja contribuir para uma breve reflexão sobre o tema.

É evidente que esta crise não afecta todos por igual e há já alguns que nem sequer estarão em condições de responder – apenas desejarão que quem está neste momento decidindo sobre o nosso futuro lhes devolva aquilo que em tempos todos tivemos como um direito garantido e que agora parece cada vez mais precário – um emprego. Para esses vai a nossa solidariedade, pensando que se muitos vão ver pioradas as condições de vida, outros já só pensam em como sobreviver.

Embora a questão se dirija obviamente a quem reside em Portugal e sente no quotidiano a incerteza do futuro ou já a funesta certeza do presente, as respostas dos nossos leitores de outros países lusófonos  para quem o assunto não seja de todo alheio serão igualmente bem-vindas.

Participe!

Fernando Rebelo

imagens daqui e daqui

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Como é que tudo começou?

A origem está num país grande e rico do outro lado do Atlântico, chamado  Estados Unidos da América.

É um país onde as  pessoas gostam de pensar e realizar “em grande”. Assim construíram grandes casas mas com dinheiro emprestado pelos bancos.

Mas estes empréstimos envolvem juros, que é o ganho de quem se sacrifica ficando sem esse dinheiro por um período.

Ora, estas casas eram vendidas a outros americanos que, para as poderem comprar também, pediam dinheiro emprestado aos bancos.

Havendo muita procura porque todos querem viver muito bem, alguns bancos já não tinham dinheiro para emprestar mas, como não queriam perder os clientes, pediram dinheiro emprestado a bancos maiores, e assim sucessivamente.

Este mercado foi correndo sempre bem. Todos ganhavam muito dinheiro: os construtores, os banqueiros, e outros que para eles trabalhavam (engenheiros, gestores, economistas, …), com ordenados e benefícios formidáveis.

Até que chegou o dia em que alguns americanos deixaram de pagar o que deviam aos bancos. Estavam a viver acima das suas possibilidades, mas como os bancos emprestavam…. Isto foi acontecendo a cada vez mais pessoas. Foi crescendo até que os pequenos bancos deixaram de ter dinheiro para pagar aos grandes. Foi aqui que tudo se complicou e a bola de neve alastrou ao resto do mundo porque este mundo na era da globalização é uma aldeia.

Isto faz lembrar a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos. Vivemos com uma
insatisfação insaciável.

Já muitos escreveram que o fim último da vida não é o ter, o luxo, mas sim a felicidade! E onde está a tua?

Clube da Economia

(Coordenação: Prof. Alexandre Palma)

imagens: daqui, daqui, daqui e daqui

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Como em muitas publicações online, também aqui no Bibli perguntámos aos nossos leitores, entre finais de Dezembro e meados de Janeiro, o que mais havia marcado 2009. Provavelmente, como no fim de uma festa, ao entrar em 2010, muitos dos acontecimentos de 2009 se irão desvanecendo na nossa memória, com a espuma dos dias em que o mediatismo lhes deu protagonismo .

Assim, a morte de M. Jackson ficou destacado em 1º, sendo de salientar, que merecido ou não, o Nobel de Obama ganhou um distinto 2º lugar, bem perto da crise económica que, apesar do 3º lugar, corre o risco de continuar candidata em 2010. A pandemia de Gripe A, por seu turno, com um modesto 4º lugar, parece ter perdido, com ou sem razão, algum impacto nas nossas vidas vista já deste 2010 e, enquanto o apuramento da nossa selecção para o Mundial de Futebol de 2010 ainda conseguiu entusiasmar 4%, a entrada em vigor do Tratado de Lisboa nem um voto arrecadou.

Enfim, o passar do tempo, o olhar da História, medirá com mais rigor a importância que todos estes acontecimentos tiveram nas nossas vidas, mas , para quem ainda quer recordar 2009, aconselhamos a visita à galeria de imagens que marcaram o ano, publicada pelo jornal Público.

Agradecemos a votação dos nossos leitores e, visitante esporádico ou assíduo, não deixe de votar nesta nova sondagem em curso sobre o nossos conteúdos, talvez nos possa ajudar a melhorar o Bibli neste ainda fresco 2010.

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