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Posts Tagged ‘Conto’

A propósito do Dia Mundial da Língua Portuguesa,  alunos do 3º ciclo e do ensino secundário da Daniel Sampaio celebraram a nossa língua através da participação na iniciativa “Eu conto” promovida pelo Plano Nacional de Leitura.
Para esta atividade, sessenta e quatro  alunos “afinaram” as vozes e gravaram podcasts com lendas e/ou contos tradicionais.
Os trabalhos podem ser consultados nas seguintes hiperligações:
A BE agradece a todos os alunos e professores de português que participaram nesta iniciativa.
Ana Noválio
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Jaime Espada, Ana Beatriz e Fernanda Correia, 7º E

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1507-1No conto “A Aia”, de Eça de Queirós, a Aia troca de berço o principezinho e o escravozinho (seu filho), acabando este por ser morto, e ela, por se suicidar.

Na minha opinião, o que a Aia fez foi de grande coragem e lealdade ao reino, pois não é toda a gente que sacrificaria o seu próprio filho para salvar o herdeiro do trono, mas, apesar disso, eu não concordo com a troca de bebés. Se eu estivesse no lugar da Aia, provavelmente teria fugido com as duas crianças. Sim, eu estaria a trair o reino, mas a meu ver, uma vida vale muito mais do que tudo isso, e se fosse necessário, abdicaria da minha própria vida para salvar a vida dos dois.

Tendo em conta a troca dos bebés, é normal que a Aia se sentisse culpada daquilo que tinha feito, porque tecnicamente, foi ela que matou o próprio filho. Assim que a Aia colocou o seu filho no berço do príncipe, ele ficou com a morte garantida.

Portanto, eu entendo que a Aia se tenha suicidado, pois a coisa mais preciosa que ela tinha era o seu filho, mas ele foi morto. Então, ela perdeu a vontade de viver e, com o sentimento de culpa, acabou por tirar a sua própria vida.

Ana Bárbara Gomes Rodrigues, 9.º B

A meu ver, a atitude da Aia, ao trocar os dois bebés, o príncipe e o escravo, não foi correta, nem o acontecimento que lhe sucedeu, que foi o suicídio da aia com o punhal de esmeraldas.

Acerca da troca de bebés, não concordo pois penso que ninguém tem o direito de escolher quem vive e quem morre, independentemente da classe social. Para além disso, na minha opinião, o amor de mãe deve ser superior a qualquer outro sentimento, como por exemplo, a lealdade. Um dos deveres da mãe deve ser o de proteger o filho.

Em relação ao suicídio, julgo que a Aia não agiu corretamente pois, como já referi anteriormente, ninguém tem o direito de escolher quem vive e quem morre, mesmo quando se trata da nossa própria vida. Do meu ponto de vista, o suicídio é um ato de cobardia. A aia suicidou-se pois não conseguia viver com as consequências da sua escolha.

Concluo, baseando-me nos argumentos por mim apresentados anteriormente, que não foi correta a atitude, da aia, de trocar os dois bebés de berço nem o seu consequente suicídio.

Tomás Silva, 9.ºB

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Eu não concordo com as atitudes da aia.

Não concordo com ela, porque, em vez de pôr o filho à frente de tudo e todos, quis proteger o filho da rainha, para o reino não desmoronar.

A meu ver, a aia nunca devia ter posto a vida do seu próprio filho à frente dos interesses do reino, pois afinal de contas, a aia era uma simples empregada que prestava os seus serviços ao reino.

Em relação ao suicídio, penso que a aia tomou a decisão errada, porque se ela, no início, colocava o reino à frente do seu pequeno “chocolatinho”, logo a seguir, ela espeta aquele punhal de esmeraldas no peito, ou seja, primeiro, queria salvar o reino do tio bastardo, mas depois, deixa o reino desfalcado, sem uma das suas mais leais empregadas. Na minha opinião, ela foi má para o filho e acabou por não ajudar assim tanto o reino.

Pelas razões supracitadas, condeno as atitudes da aia.

Tiago Fernandes, 9ºB

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Penso que o fim do conto “A Aia” foi demasiado dramático ou, por outras palavras, triste.

 Julgo que não era necessário a Aia morrer no fim, pois como já li vários textos, desde livros, banda desenhada, entre outros, esse tipo de final é aquilo a que chamamos de “cliché”. Quantas histórias já eu li que acabam assim! A meu ver, a Aia devia ser uma mulher jovem, por isso poderia ter tido mais filhos. Do meu ponto de vista, a Aia devia ter fugido com o seu filho e com o príncipe. Por muito leal que a Aia fosse, estar a sacrificar sangue do seu sangue é um pouco extremo, para mim.

Mas no fim de tudo, acho que o final é também adequado, pois a Aia salvou o seu príncipe, ao trocar os dois bebés de berço, e após isso, como ela acreditava na vida após a morte, matou-se para ir ter com o filho.

Sara Trigo, 9°B

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Este concurso é aberto à participação de todos os jovens que frequentem escolas públicas e privadas, desde o 1.º ao 12.º ano de escolaridade, e escolas profissionais acreditadas em qualquer modalidade de função com equivalência legal a esses níveis de escolaridade, de todo o país. O concurso consiste na escrita e ilustração de um conto que envolva conteúdos matemáticos e tem como principais objetivos fomentar hábitos de leitura e de escrita nos alunos, assim como promover a articulação entre diversas áreas do saber, desenvolver a capacidade de expressão e comunicação, estimular a imaginação. Os participantes podem concorrer a uma de oito categorias e de acordo com os ciclos de ensino em que estão integrados, na modalidade individual ou em equipa, num máximo de quatro elementos.

Saber +

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O trabalho que a seguir se apresenta resulta de uma proposta de ilustração do conto tradicional Capuchinho Vermelho. Os alunos do 8º A desenvolveram desenhos com humor e imaginação, na disciplina de Oficina do Desenho Gráfico, com o programa Corel Draw, a partir dos quais recriaram o conto.

Ana Guerreiro

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