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 La Vie en Rose, 1954

Edith Piaf (19.2.1915 – 10.10.1963)

Disponível na BE:  La vie en Rose A extraordinária vida de Edith Piaf, Realização: Olivier Dahan, Distribuição: Lusomundo, 2007, DVD (cota: 8-3. VIE) 

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Primeiramente um estilo que define não só a minha adolescência mas de milhões de adolescentes no mundo todo – não só a minha geração mas a de milhares de pessoas. Podemos definir este estilo como um dos estilos que mas criticou a sociedade, o nosso estilo de vida e os nossos governantes. Esse estilo começou na década de 50, e podemos dizer que deu voz a milhares de pessoas, que criticou os sistemas impostos na sociedade, que libertou, que falou sobre os problemas da nossa vida, sobre os problemas entre pais e filhos. Como, em tempos, as músicas de Cat Stevens – Father e Son; Os Beatles – She`s leaving home e Simple Plan – Perfect, entre outras.

A música da minha vida é do grupo canadense de Montreal, Simple Plan – Perfect. Ela é a música da minha vida porque relata claramente os problemas da relação entre pais e filhos, sobre as expectativas que os pais têm sobre os filhos, com a pergunta: Did I grow up according to the plan? Será que nós temos que seguir os ideais dos nossos pais? Será que vamos ser felizes se não seguimos os ideais dos nossos pais? Será possível ser feliz seguindo os nossos caminhos, aqueles em que acreditamos? Estas e muitas outras questões podemos levantar através dessa canção.

Mas também não podemos esquecer e acreditar que os nossos pais (ou os nossos responsáveis) sempre desejam o melhor para a nossa vida. Geralmente os filhos sempre fazem de tudo para impressionar os pais, mesmo quando eles desaprovam tudo. Mas muitas vezes quando nós fazemos alguma coisa que vai contra os ideias deles eles desaprovam e geralmente eles não nós apoiam. Essa música fala  dos problemas do diálogo entre pais e filhos ou a falta dele. Fala até mesmo da perfeição que os pais esperam dos filhos. Sobre o tempo perdido, quando os pais eram os nossos heróis, todos os dias que passaram connosco, sobre as brigas e sobre a dores que os filhos sentem interiormente quando essas situações acontecem e sobre as barreiras que os filhos tem quando querem falar com os pais.

Luiz Felipe da S. Monteiro, 10º E


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