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Posts Tagged ‘Biodiversidade’

A minha posição em relação a este tema é que o Homem não tem sequer o direito de fazer o que actualmente faz à natureza. Não tem o direito de a transformar do modo como está fazendo, isto é, transformá-la do modo que lhe convém, porque, ao fazê-lo, está a prejudicar também todos os habitantes terrestres.

O homem, ao degradar a natureza, está também a destruir o seu próprio habitat. Se virmos bem, nenhum animal não-humano tem esse comportamento porque isso seria terminar, conscientemente, com a actual geração, bem como com as gerações seguintes e, consequentemente, com a sua própria espécie.

É isso que o Homem realmente faz, usando a sua inteligência contra si próprio e não a seu proveito a longo prazo. Os animais não-racionais são assim bastante mais avançados que o Homem, animal racional, neste campo.

Mas, o pior de tudo, é que quando o Homem polui ou degrada a natureza, não está somente a destruir a sua espécie, mas está também a destruir todas as outras espécies terrestres.

Quando o Homem começou a habitar o planeta Terra, já existiam milhares de espécies  há milhares de anos. O Homem não pode pensar que tem o controlo do mundo e fazer o que quiser com ele, pois o Homem, sejamos sinceros, tem um papel bastante irrelevante para a natureza e para o planeta Terra. Ele está no topo da cadeia alimentar e, se por alguma razão, deixar de existir, não irá provocar grande alteração no ecossistema terrestre, pois não desempenha nenhuma função vital para a natureza e para o planeta, como é, por exemplo, o caso das plantas, que regeneram o ar que respiramos, ou as minhocas que degradam a matéria debaixo da terra contribuindo para o ciclo da vida.

Os seres humanos têm assim que reter na consciência que não é o mundo que depende do Homem, mas é o Homem que está dependente do mundo, só assim ele conseguirá mudar as suas acções deprimentes e degradantes para com a natureza.

Gonçalo Mordido, 11º B

Hoje em dia testemunhamos uma grande mudança na natureza, devido à acção humana. É inquestionável que o Homem sempre tende a desvendar o desconhecido, a promover o desenvolvimento tanto intelecual como tecnológico. No entanto, o Homem, para tal, não reflecte nas consequências que, na minha opinião, são desastrosas tanto para si próprio como para o meio ambiente. Será então correcto o Homem transformar ou modificar o rumo da natureza? Julgo que não, pois sendo o Homem parte integrante da natureza, não tem o direito de a alterar.

O Homem é um ser imperfeito com muitos defeitos e,como a sociedade é constituída por humanos, é inevitável que a sociedade seja também imperfeita e desequilibrada. A meu ver, o Homem é egoísta e egocêntrico, não tendo em consideração o que o rodeia, sendo a ignorância ambiental um dos seus piores defeitos. Digo isto porque o meio ambiente é a razão da nossa sobrevivência e o Homem, como não se apercebe disso, altera-o a fim de satisfazer as suas necessidades. Mas que adianta dar mais importância à tecnologia do que ao ambiente? Obviamente nada, pois sem o ambiente em boas condições, estamos a pôr em risco a nossa sobrevivência.

Outro exemplo da interferência humana na natureza é a clonagem, envolvendo questões morais como o carácter individual e a personalidade. Penso que este facto é crucial, arriscando-se a provocar um grande desequilíbrio, pois pode modificar o carácter do Homem por completo. Digo isto porque este progresso científico, não só afasta mais o Homem da verdadeira realidade (penso que vive numa espécie de “fantasia antropocêntrica”) como também o torna num verdadeiro “robô”, pois, numa  perspectiva radicalmente pessimista, a personalidade individual desaparecerá.

Será então este progresso moralmente aceitável ou correcto? Claramente não, já que interfere na natureza do Homem, no sentido da sua existência.

Em suma, queria acrescentar que chegou a altura de haver uma mudança na mentalidade do Homem, chegou a altura de reflectir nas potenciais consequências antes de agir. É a única maneira de sobrevivermos, de nos salvarmos, e também de possibilitar uma melhor e mais justa sociedade.

Filipe Hanson, 11º B

Imagens: daqui, daqui, daqui, daqui, daqui e daqui

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Na sequência de iniciativas como a eleição das Novas 7 Maravilhas do Mundo, cujos resultados foram revelados em Lisboa, num grande evento em 7 de Julho de 2007, em simultâneo com a eleição das 7 Maravilhas  Portuguesas e, finalmente, já em 2009, das 7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo, decorre agora a votação (entre 21 finalistas) das 7 Maravilhas Naturais de Portugal.

Os lugares finalistas estão divididos em 7 categorias, incluindo cada uma delas 3 candidatos. A votação, que poderá ser efectuada online (com login), sms, telefone ou através do Facebook, decorrerá até 7 de Setembro e os resultados serão divulgados num espectáculo de ampla cobertura mediática a decorrer em Ponta Delgada, a 11 de Setembro.

Mais uma vez, na linha das iniciativas anteriores, o objectivo é sensibilizar as populações para o seu próprio património, neste caso o património paisagístico português, e dar a conhecer a sua beleza e riqueza a um número cada vez maior de pessoas.

(clique na imagem para a ampliar)

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Se no post anterior evocámos uma efeméride de destruição, no extremo oposto da acção humana, podemos agora lembrar que a UNESCO juntou à lista dos sítios Património da Humanidade, em 2010, 21 novos lugares em diversas zonas do planeta, sendo 15 pelo seu valor  cultural, 5 pelo natural, 1 como misto e 8 extensões de áreas já classificadas, entre as quais se inclui o Parque de Fôz Coa. Por outro lado, foi aumentada em 4 a lista de lugares classificados como em situação de risco.

A classificação Património da Humanidade, que abrange 13 lugares em Portugal, obedece a critérios de natureza cultural e natural, como a importância histórica, estética, etnográfica, a biodiversidade, entre outros , e tem sido de  grande importância para a sua preservação, não só por afectar recursos para esse propósito como também pelo prestígio e publicidade que proporciona, com efeitos no interesse turístico mas também na sensibilização de todos para a riqueza do local classificado.

Se quer conhecer os muitos sítios do planeta com direito a esta distinção, aceda ao mapa interactivo, disponibilizado no sítio da UNESCO, clicando na imagem abaixo.


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Neste Verão, leve a Ciência na bagagem. Visite o interior de uma barragem, siga os trilhos do lobo ibérico, desça a uma mina e fique a ver estrelas com os amigos e a família. São milhares de acções gratuitas em todo o país, sempre na companhia de especialistas. Uma iniciativa da Ciência Viva, em colaboração com instituições científicas, museus, Centros Ciência Viva, associações, autarquias e empresas.

E sabia que Portugal integra uma das 25 regiões, a nível mundial, onde a conservação do património natural é essencial para preservar a biodiversidade do planeta? No Ano internacional da Biodiversidade a Ciência Viva no Verão dá-lhe a conhecer a fauna, a flora e os habitats do nosso país.

in: http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2010/

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A 2ª edição da iniciativa Como a Escola promove as Artes – concurso de Desenho sobre Biodiversidade contou com a participação de 48 alunos, alguns deles com mais do que um trabalho (André Oliveira, Ângelo Amaral, Bárbara Viana, Bruno Costa, Carolina Pina, Catarina Ribeiro, Diogo Santos, Gonçalo Mousinho, Alexandre Trigo, Bruce Correia, Daniel Jacinto, Fábio Malheiro, Igor Semedo, Ana Correia, Andreia Sequeira, Carolina Monteiro, Catarina Serrano, Filipa Silvestre, Inês Ramos, Inês Mendes, Maria Alves, Sofia Trindade, Vera Duarte, Joana Marcolino, Joana Toco, Sofia Azevedo, Ana Silvestre, Ana Gonçalves, Cátia Ferreira, Eugeniu Bobil, Eva Nunes, Francisco Simões, Gonçalo Batista, Inês Coimbra, Irina Carvalho, João Sousa, João Amaro, Leonor Fernandes, Magda Narigueto, Marco Almeida, Miguel Possidónio, Ana Lopes, Renato Silva, Rúben Mendes, Yuriy Ishchuk, Fábio Lopes, José Castanheira e Daniela Rocha).

Os trabalhos apresentados pelos alunos  puderam ser apreciados por toda a ESDS numa exposição realizada no Pavilhão A.

A iniciativa contou ainda com o patrocínio da Câmara Municipal de Almada e da Texto Editores, tendo a divulgação dos premiados e a entrega dos prémios, atribuídos por um júri constituído pela nossa directora Eulália Alexandre e pelos professores Carlos Amaral e Ana Marques, decorrido no dia 21 de Maio – Dia do Encerramento do Ano Lectivo.

Professoras promotoras: Ana Guerreiro,  Laila Ribeiro e Leonett Abrantes

1º. Bárbara Viana, 7ºB

2º. Carolina Monteiro, 8º A

3º Rúben Mendes, 8º D

Menção Honrosa: José Castanheira, 10º C

Menção Honrosa: Marco Almeida, 8º C

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para saber todos os pormenores, aceda ao Regulamento.

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A nossa Escola promove, pelo segundo ano consecutivo, a iniciativa “Como a Escola promove as Artes”, com um concurso de Desenho que tem como objectivo promover abordagens e iniciativas criativas e incentivar os alunos a desenvolver e a valorizar competências técnicas no âmbito do desenho. Este ano com o tema Biodiversidade, a ESDS associa-se às comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade.

O concurso está aberto à participação de todos os alunos, encontrando-se o Regulamento afixado à entrada do Pavilhão A e no próximo número do jornal da escola.

Professoras: Ana Guerreiro,  Laila Ribeiro e Leonett Abrantes

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No Ano Internacional da Biodiversidade, que agora se comemora, decidimos tratar o tema Aromas e Biodiversidade Botânica, no âmbito do trabalho a desenvolver em Área de Projecto.

Sabemos que muitos dos aromas que a natureza nos oferece têm origem em plantas. Mas como é que percebemos os aromas? Os compostos do aroma são captados pelos órgãos olfactivos, estimulando o epitélio olfactivo que se localiza no cimo das cavidades nasais. Portanto, os compostos do aroma têm de ser suficientemente voláteis para se poderem desprender do produto e “viajar” até ao nosso sistema olfactivo para que os possamos detectar.

Os aromas são pois compostos químicos voláteis que podem desencadear uma sensação positiva ou negativa, provocando a aceitação ou rejeição de um determinado alimento. E podem estar associados a factores psicológicos.

Decidimos escolher o aroma de morangos para analisar e identificar os seus constituintes. Para tal realizaremos a análise no Laboratório de Espectrometria de Massa da FCT-UNL  (previsivelmente em Abril).

E porquê morangos? Porque parece que o aroma dos morangos é muito popular. Mas será mesmo assim? O aroma dos morangos é mesmo o preferido pela maioria das pessoas? Para responder a esta questão contamos com a tua participação – responde ao nosso inquérito disponível em:

Obrigado pela colaboração!

Mónica Correia, Luísa Repolho e Nico Almeida, 12º C

Orientação do projecto: Profª Laila Ribeiro

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Os alunos Marian Pavel, Rodrigo Gonçalves e João Marques da turma C do 12 º ano vão desenvolver, em Área de Projecto, o projecto Green Cork na Escola II. Trata-se de um projecto que inclui um programa de recolha de rolhas de cortiça usadas, organizado pela Quercus em parceria com a Corticeira Amorim, a Modelo/Continente e a Biological. É um simples passo, mas necessário, para a defesa do Ambiente na medida em que contribui para a redução de resíduos e para a defesa da rolha de cortiça. A cortiça é um produto que garante a manutenção do montado de sobreiros, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do continente europeu e que se estima absorver, por ano, 4,8 milhões de toneladas de CO2, um dos principais gases causadores do efeito estufa e do consequente aquecimento global.

Paralelamente à actividade de recolha de rolhas de cortiça vamos desenvolver um trabalho sobre Biodiversidade que, a par do ar (atmosfera) e da água (hidrosfera), constitui um bem do nosso planeta que todos usufruímos.

Basta então trazeres rolhas de cortiça para a escola para poderes contribuir para esta boa acção. Que tal? Não custa nada!

Autores do texto: Marian Pavel, Rodrigo Gonçalves e João Marques (12ºC)

Orientação do projecto: Profª. Laila Ribeiro


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