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Posts Tagged ‘Aprendizagem’

Ao fim de 6 meses, a nossa sondagem sobre o acontecimento mais marcante no ano de 2016 deu uma nova vitória à vitória da equipa nacional de futebol no campeonato europeu, com 39% dos votos. Em 2º lugar, não muito atrás (34%), a eleição de Donald Trump continua a ser considerada, provavelmente não pelas melhores razões, o “acontecimento” do ano que passou. Outra vitória portuguesa, a eleição de Guterres para Secretário geral da ONU ficou em 3º, já um pouco distante dos anteriores, com 13,6% das escolhas. Também o Brexit mereceu a preferência de 6,8% dos leitores, enquanto 3,9% destacaram a “inesperada” atribuição do Nobel a Bob Dylan. Finalmente, a eleição de Marcelo Rebelo de Sousa para presidente e o golpe de estado na Turquia apenas recolheram 1,7% dos votos, sendo que a Web Summit em Lisboa não foi alvo de nenhuma escolha.

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Agora que mais um ano letivo se aproxima do fim, após a introdução de alterações, como o fim dos exames para alguns ciclos de ensino e a reintrodução de provas de aferição, num momento em que se fala de alguma flexibilização dos curricula e da retoma do programa de reabilitação do parque escolar, perguntamos aos nossos leitores com vista ao próximo ano – Que medida teria maior impacto na melhoria do ensino/aprendizagem nas escolas portuguesas?

Não deixe de dar a sua opinião no quadro disponível nos painéis do lado direito da página.

imagem editada daqui

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imagesMais um ano, mais um ranking das escolas que, sendo estrela de abertura dos telejornais por um dia, logo se desvanece na espuma mediática, sem que se responda definitivamente às eternas questões – estaremos a hierarquizar a qualidade académica ou a espelhar a desigualdade social? Serão os rankings uma ferramSem Títuloenta útil para estimular a melhoria dos desempenhos de cada escola ou apenas uma falácia que não reflete a qualidade de ensino, nem o mérito académico? Serão os exames um instrumento que afere os conhecimentos de todos os alunos por igual, ou apenas um penalti académico para o qual se treina durante todo o ano letivo, esquecendo o resto do jogo?
Certamente a questão é complexa e não terá uma resposta de preto ou branco, embora no inquérito que temos levado a cabo ao longo do ano,  e que decidimos manter, quase metade dos leitores considere que estes rankings não refletem a qualidade académica dos alunos e professores.

Porém, para quem quer aprofundar o assunto sob diversos ângulos, recomendam-se dois artigos de opinião de dois recentes responsáveis pela tutela da educação publicados no Público (edição online) ou a (re)leitura do artigo publicado pelo nosso colega Carlos Sant’Ovaia aqui no Bibliblog há quase um ano.

Fernando Rebelo

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Desta vez, decidimos divulgar alguns livros didáticos da nossa BE – não especificamente disciplinares, mas que abordam temas como a eficácia no estudo, a educação para a saúde e para a sexualidade, a violência. Alguns são destinados diretamente aos adolescentes, aos estudantes, outros são mais orientados para professores no apoio às tarefas de ensino e orientação dos seus alunos. Aqui estão… nesta Estante virtual e disponíveis para sair das estantes da nossa BE.

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O conhecimento do funcionamento do cérebro pode ser usado para melhorar a aprendizagem. Apesar dos numerosos estudos sobre o funcionamento do cérebro humano, muitas das questões sobre esta matéria, continuam por responder. 

Sobre o funcionamento do cérebro humano, como sobre outros assuntos, factos falsos repetidos frequentemente são difíceis de corrigir. Assim persistem alguns equívocos sobre o nosso cérebro, afirmações que convencem muita gente, mas que os cientistas afirmam não serem válidas.

Ao longo de 6 semanas vamos desmistificar algumas dessas crenças. Aqui abordamos a terceira. Leia para descobrir a verdade por detrás dos mitos sobre o cérebro.

3. O cérebro não consegue produzir novos neuróniosfalso

A maioria dos neurónios é formada antes do nascimento. Até à década de 90, pensava-se que a formação de novos neurónios (neurogénese) não seria possível. Este dogma das neurociências foi abalado quando alguns estudos confirmaram que o cérebro adulto possui a capacidade de gerar novos neurónios.

Sabemos hoje que ao longo da vida, há formação de novos neurónios, em regiões do cérebro (hipocampo) relacionadas com a aprendizagem e a memória. Não existe aprendizagem sem memória e parece ser no hipocampo que se formam as novas memórias. Também sabemos que durante a adolescência morrem neurónios e formam-se outros. Nessa fase da vida, o cérebro muda e a formação de novos neurónios, é necessária e importante.

Nos adultos, grande parte do comportamento está fixado e embora não seja imutável, a criação de muitos novos neurónios, não é determinante. A maior parte das mudanças que são necessárias, pode ser conseguida através da criação de novas sinapses (ligações estáveis) entre os neurónios existentes.

A formação de neurónios diminui quando se está sob stresse ou deprimido. No entanto, parece haver uma situação em que formamos mais neurónios – quando exercitamos, as nossas funções psicológicas. Isso, sem dúvida, cria mais neurónios do que aqueles que perdemos quando estamos em stresse ou deprimidos. Exercitar as nossas funções psicológicas é, comunicar, pensar, aprender, idealizar, conhecer, saber, raciocinar, criticar, planear, organizar, resolver problemas …

Teresa Alves Soares

(Psicóloga da ESDS)

imagem daqui

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O conhecimento do funcionamento do cérebro pode ser usado para melhorar a aprendizagem. Apesar dos numerosos estudos sobre o funcionamento do cérebro humano, muitas das questões sobre esta matéria, continuam por responder. 

Sobre o funcionamento do cérebro humano, como sobre outros assuntos, factos falsos repetidos frequentemente são difíceis de corrigir. Assim persistem alguns equívocos sobre o nosso cérebro, afirmações que convencem muita gente, mas que os cientistas afirmam não serem válidas.

Ao longo de 6 semanas vamos desmistificar algumas dessas crenças. Aqui abordamos a primeira. Leia para descobrir a verdade por detrás dos mitos sobre o cérebro.

1. Usamos apenas 10% do nosso cérebrofalso

Embora o mito dos 10 % seja uma ideia amplamente difundida, os resultados de pesquisas com tecnologia de imagem têm mostrado, conclusivamente, que esta ideia é falsa. Seria altamente improvável que a evolução filogenética tivesse originado um órgão tão cheio de recursos e potencialidades e que 90% dele, não fosse usado. É verdade que não exercitamos o nosso cérebro para 100 % da sua capacidade, mas também é verdade que ainda não foi identificada uma única parte do cérebro que não tenha uma função.

A verdade é que usamos todo o nosso cérebro. Embora o cérebro humano não esteja todo ativo de uma só vez, sabemos que várias áreas cerebrais estão ativas no decurso de uma atividade específica (por exemplo, ler, escrever, falar ou cantar). As áreas envolvidas numa atividade  nem sempre são contíguas e variam consoante a exigência da tarefa. Mesmo em tarefas mais simples, o cérebro funciona como uma unidade integrada, com muitas áreas trabalhando em conjunto.

Teresa Alves Soares

(Psicóloga da ESDS)

imagens daqui e daqui

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Os alunos da nossa escola participaram mais uma vez na final nacional do Campeonato SuperTmatik,  que decorreu na Biblioteca da nossa escola.

Foi com entusiasmo que, na passada segunda-feira, os finalistas dos 7º, 8º e 9º anos jogaram a final nacional online, concorrendo nas disciplinas de Geografia, Cálculo Mental, Português e Francês.

A ESDS foi representada pelos alunos Vasco Bargas (7ºB; Cálculo Mental), Carolina Sousa (7ºE; Geografia), Bruno Aparício (8ºB; Cálculo Mental); André Santos (8ºD; Francês e Geografia), Maria Inês Costa (8ºD; Língua Portuguesa) e Ruben Santos (9ºB, Geografia). Os resultados serão publicados no dia 30 de Maio.

A BE agradece a todos os alunos e professores que participaram nesta actividade.

Ana Paula Noválio

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