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Posts Tagged ‘Amor’

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A turma 11ºI do curso profissional de Técnico de Apoio à Infância encontra-se a dinamizar uma actividade do Dia dos Namorados, no âmbito do plano anual de actividades. Assim, vimos por este meio informar os alunos que se encontra no pavilhão A um marco de correio destinado a mensagens do Dia dos Namorados. Todos os alunos poderão participar e não se esqueçam… o amor não é só para os namorados mas também para os amigos.

As vossas mensagens poderão ser depositadas no marco até às 10 horas do dia 14 de Fevereiro que posteriormente serão distribuídas por amorosos cupidos.

Gaëlle Boissonnard, via Pinzellades al món

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Como já havia sido anunciado aqui no Bibli numa Estante anterior, os alunos do 10ºAno da ESDS estabeleceram no 1º Período o seu contrato de leitura na disciplina de Português sobre obras do nosso patrono, Professor Daniel Sampaio.

Lidas as obras, tiveram agora os alunos das 6 turmas  do 10ºAno oportunidade, em duas sessões que decorreram ao longo da manhã do dia 2 de Fevereiro, de colocar questões, fazer comentários directamente ao autor sobre as suas leituras. Como é evidente, as narrativas, ficcionadas segundo o próprio  a partir da sua experiência pessoal e profissional ao longo dos anos, suscitaram questões com que muitos jovens  se debatem frequentemente, sendo muitas vezes esta reflexão e partilha um bom caminho  para a compreensão de nós próprios e o entendimento do outro.

Assim, não faltaram perguntas e comentários  sobre  sexualidade e  afectos (gravidez na adolescência e contracepção, amor e sexo, homossexualidade, amizade), violência e  bullying,  tristeza,  depressão e  suicídio,  relações com os pais, professores e adultos significativos…

Pelas referências do auditório, pudemos perceber que as suas preferências  iam para obras como Vagabundos de nósMemórias do futuro, Vivemos livres numa prisão e, mais particularmente, Tudo o que temos cá dentro, que suscitou a curiosidade de alguns alunos sobre a relação entre os protagonistas, Nuno e Rita, em questões como a culpa e as diversas formas de amar… mas sobre isto deixaremos falar mais detalhadamente os nossos leitores do 10ºAno, pois contamos publicar brevemente aqui no Bibli alguns artigos sobre as obras de que mais gostaram.

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AHERN, Cecelia (2004), p.s – eu amo-te, Editorial Presença

p.s. – eu amo-te , de Cecelia Ahern fala-nos da história de amor entre Gerry e Holly. Gerry, um homem extremamente atraente, morre com um tumor no cérebro e Holly, sua mulher, também ela uma mulher muito elegante, após a morte de Gerry sente-se completamente perdida num presente sem ele. Mas ele conhecia-a demasiado bem para a deixar no mundo sozinha e sem rumo. Por isso, imaginou uma forma de que a sua presença ficasse por mais algum tempo junto da mulher que amava, ajudando-a a aprender a viver de novo.

Gerry  já sabia há algum tempo que o seu prazo de vida era curto; assim, pouco antes de morrer, escreveu cartas para Holly receber após a sua morte. E foi o que aconteceu… Holly,  perdida no mundo, começou a receber as cartas do seu marido que a incentivavam a seguir em frente: cantar karaoke num bar em que ambos tinham frequentado no passado, comprar um candeeiro que há muito tempo desejavam, ir passar férias com as suas melhores amigas, desfazer-se de tudo o que lhe havia pertencido, deitando-o fora ou entregando-o a instituições de solidariedade social.

E em cada mês chegava uma nova carta de Gerry.

Passado algum tempo, Holly conhece um homem elegante, embora não tanto como Gerry, mas fica chocada ao ler uma carta em que Gerry lhe pedia que se deixasse apaixonar de novo. Mas nesta décima e derradeira carta, Gerry também lhe diz que não faz mal que ela se apaixone de novo, pois seria sempre a sua mulher.

Mesmo assim, apesar de Holly não ficar com o  novo homem que conhecera, festeja, no fim do livro, o casamento de uma das suas melhores amigas e  a gravidez de uma outra.

E a minha pergunta como leitora era: como se sobrevive à perda de um grande amor? Na primeira parte desta narrativa, Holly ter-nos-ia simplesmente respondido: não se sobrevive. Mas Holly sobreviveu, graças  ao “p.s. – eu amo-te” com que Gerry terminava todas as cartas à sua amada. Por isso, uma das minhas passagens favoritas é sem dúvida a seguinte:

– Não tenhas medo de te apaixonar outra vez. Abre o teu coração e segue para onde ele te levar…e lembra-te, pede a lua…

P.S: Eu amar-te-ei sempre

Susana Ruas, 11ºB

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Defendo que a comunidade escolar deve ter um papel activo  na formação dos seus alunos a todos os níveis, incluindo a nível sexual.

Antes de mais, penso que é importante referir que o termo “educação sexual” tem como base a sexualidade em geral, e não apenas relações sexuais. Como tal, a “educação sexual” abrange os mais variados temas, como as relações sociais e emocionais entre indivíduos, sentimentos e aceitação de diferentes perspectivas e experiências em relação à sexualidade.

Assim sendo, não é correcto afirmar que os professores não têm habilitações para “ensinar educação sexual”, pois trata-se de algo que deriva de experiências vividas e certamente será do conhecimento de qualquer professor.

É importante também referir que um dos principais objectivos das escolas é a formação de indivíduos responsáveis e bem formados a todos os níveis. Qual será então o motivo que nos leva a excluir a sexualidade? A verdade é que existem ainda muitos tabus e preconceitos relativamente a temas relacionados com a sexualidade, que logicamente dificultam qualquer diálogo sobre este tema. Enquanto não for aceite que a sexualidade é algo com que lidamos diariamente, sendo por isso um tema que deve ser falado de forma natural, será complicado envolver as escolas na form ação dos alunos a este nível. Considero então o abandono destes preconceitos absolutamente necessário para a evolução da sociedade.

Por outro lado, defensores da tese de que não compete à escola promover a educação sexual dos seus alunos afirmam ainda que a abordagem da sexualidade nas escolas é um incentivo ao início precoce da vida sexual dos alunos. Penso que este argumento revela, acima de tudo, falta de conhecimento do significado e da abrangência da expressão “educação sexual”, dando a entender que esta se limita apenas a relações sexuais, ignorando tudo o resto.

Conhecendo o significado da expressão “educação sexual” não existem dúvidas de que a comunidade educativa lida diariamente com a sexualidade dos alunos, muitas vezes mais do que os próprios encarregados de educação. Como tal, compete sem dúvida à escola, em conjunto com os encarregados de educação, promover a educação sexual dos jovens, pois a escola não deve ter apenas como objectivo formar indivíduos a nível profissional, mas também a nível social e emocional, pelo que deverá abranger todos os aspectos da vida dos seus alunos, incluindo a sexualidade.

Ana Margarida Campos, 11º B

A meu ver, é muito importante que haja disponibilidade por parte das escolas para falar sobre educação sexual, não discordando que os pais se devem propor a falar com os seus educandos sobre este tema.

Hoje em dia, existem cada vez mais casos de gravidezes indesejadas principalmente na adolescência e de doenças sexualmente transmissíveis. Perante isto, é muito importante sensibilizar a comunidade, e quanto mais cedo for, maior será o efeito. A maioria dos “acidentes” deve-se principalmente à falta de informação, e por vezes a relação entre pais e filhos não permite a discussão sobre temas delicados como este, ou porque os pais não falam, ou porque os filhos têm vergonha de perguntar. Sendo esta situação muito frequente, compete às escolas evitar que haja falta de informação e incentivar os alunos para que estes tenham uma vida sexual segura sem dúvidas e sem erros.

Contudo, as gravidezes e as doenças sexualmente transmissíveis não acontecem só pela falta de informação acerca dos métodos contraceptivos mas sim também pela falta de informação sobre as consequências que poderão surgir se não os usarmos, e mais uma vez compete à escola informar os alunos de tudo o que poderá suceder se não tiverem em conta  práticas de contracepção.

Mais do que a educação sexual por parte dos professores, já há escolas que possuem um gabinete de sexualidade e que é muito mais vantajoso para aqueles que sentirem vergonha de tirar certas dúvidas com um professor, pois no gabinete as perguntas podem ser feitas em anonimato: aqui está um bom método de evitar falta de informação.

Contudo, é também muito importante falar sobre a sexualidade com os pais, pois nas escolas é possível tirar dúvidas e informarmo-nos acerca do tema, mas, se quisermos iniciar a nossa vida sexual, é necessário uma consulta de planeamento familiar e aí compete aos pais levarem os filhos ao médico de família para que este nos possa indicar o método contraceptivo mais adequado, assim como esclarecer-nos sobre todos os aspectos relacionados com ele.

Assim, é muito importante a educação sexual ser abordada quer pela escola quer pelos pais, mas a escola tem um papel fundamental para evitar que muitos alunos cometam erros.

Joana Pinto, 11ºB

Imagens: daqui, daqui, daqui, daqui e daqui


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O livro de que vou falar tem como título A vida na porta do frigorífico, de Alice Kuipers. Sinceramente, foi a capa que inicialmente me chamou a atenção, tanto pelo título como pelas cores mesmo antes de saber do que tratava o livro. Não foi em vão, o livro é realmente muito bom e recomendo-o a toda a gente.

A história, que está dividida em meses e ocorre durante cerca de um ano, é mais ou menos assim… Claire tem os pais separados e vive com a mãe, mas para todos os efeitos é como se vivessem em planetas diferentes. Tem 15 anos e uma vida de adolescente imprevisível, está muitas vezes em casa de amigos ou do pai e integra-se em tudo o que é actividades na sua escola. A mãe é médica obstetra e passa maior parte do tempo a trabalhar, muitas vezes fica no turno de noite, adora o seu trabalho e dedica-se a 100%. Com tudo isto, raramente se vêem e a porta do frigorífico torna-se o meio de comunicação entre as duas, onde deixam recados uma à outra sobre os acontecimentos do seu dia-a-dia.

É visível uma enorme cumplicidade entre as duas durante todo o livro, apesar da independência que Claire ganhou devido a esta vida ocupada – muitas vezes era ela que fazia o jantar, ia às compras ou arrumava a casa devido à falta de tempo da mãe.

Uma manhã, Claire dirigiu-se ao frigorífico, pois a mãe já não estava em casa, e deu de caras com um recado dela a dizer que  iria fazer exames médicos mas que, desta vez, seria ela a paciente. Claire estava em época de testes e tinha-se apaixonado por um rapaz (Michael), mas a relação andava sempre às avessas. Todas estas situações causavam stress à Claire, o que a fazia discutir com a mãe o pouco tempo que passavam juntas, chegando ao ponto de ir viver com o pai até ficar mais calma. Apesar disso, ela arrependia-se constantemente das discussões com a mãe e mostrava-o nos recados que deixava no frigorífico onde lhe pedia desculpa.

Foi fácil à mãe esconder o que se passava até chegar aos tratamentos de

Alice Kuipers

quimioterapia (com a queda do cabelo). Assim, a mãe acabou por ter de contar à Claire o que se passava: sofria de cancro na mama – mas logo acrescentou que muitas mulheres sobreviam a esta doença e que ela também sobreviverá.

O mundo desabou sobre Claire, pois  ficou sem saber como reagir. Porém, decidiu pesquisar informação sobre a doença da mãe, assim como actividades que a pudessem distrair. Todo o pouco tempo que passava com a mãe aproveitava-o da melhor maneira – cozinhava com ela, passeavam…

Nos momentos em que estavam juntas, a mãe falava-lhe muitas vezes sobre as crianças que trazia ao mundo, de como eram pequeninas, mas havia uma a quem a mãe  se referia em especial pois estava aos cuidados dela e o seu bebé era uma criança prematura.

Chegada a altura de ter de ser operada, a mãe estava pronta, apesar de triste pois aquela criança prematura de que tanto falava tinha acabado por morrer. Claire iria limpar a casa toda e fazer um bolo para quando a mãe chegasse, pois ela iria passar 3 dias no hospital.

Porém tal não ocorreu e a mãe já não voltou. Claire não conseguia aceitar a situação e teve de ter acompanhamento psicológico.

Mas houve uma ideia que a fez sentir melhor. Claire decidiu mesmo assim continuar a escrever os recados e a deixá-los na porta do frigorífico apesar saber que já não iria obter resposta. Este gesto porém fazia-a sentir-se melhor pois quando deixava o recado pensava que a mãe estaria a trabalhar ou a dar uma volta mas que voltaria.

Ao reflectir sobre a história, não pude deixar de associar a referência à criança prematura à esperança que a mãe tinha para que tudo corresse bem, pois ela estava tão fraca como aquela criança e quando esta faleceu foi como se a esperança se tivesse definitivamente apagado.

Joana Pinto, 10º B

Nota do editor: este livro encontra-se disponível para requisição na nossa biblioteca

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Uma tradição estrangeira, kitsh, fruto da globalização, dirão uns; mais um pretexto para o consumismo superficial, um dia com nome de um santo que nunca existiu, retorquirão outros; mais um pretexto para lembrar a alguém o que sinto, poderão contrapor muitos; ou ainda que o amor é um sentimento bonito em qualquer data, afirmarão sempre os mais românticos.

Sem tomar nenhum partido mas com a cor a condizer, aqui fica no Bibli um post essencialmente iconográfico para os mais diversos gostos, desde o  mais moderno glosar dos corações, às metáforas de Chagall e Magritte, aos muito portugueses lenços dos namorados, assim como às mais diversas nostalgias, nomeadamente os idos anos 70. Quem, já nos “enta” não se recorda dos  objectos com imagens da colecção Amor é…?, que podem ainda ser encontrados, entre muitas outras memórias iconográficas, no blog Santa Nostalgia.

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O Livro de que eu vou falar chama-se A Esperança Reencontrada, de esperança reencontrada Andrew Mark. Andrew Mark cresceu na Europa e na Ásia, estudou Antropologia na Faculdade de Connecticut e fez um mestrado em Belas-Artes na Universidade da Columbia, sendo este livro o seu segundo romance.

Ben Minor, um ex-estudante de medicina, tinha decidido abandonar Nova Iorque, deixando todos os seus problemas para passar férias nas montanhas a norte do país, acabando por ficar em Cotagge Mills, uma pequena localidade entre o Maine e o Canadá, onde conheceu Annie. Ben e Annie começam a criar laços e Ben começa a sentir-se cada vez mais intimamente ligado àquele lugar e a Annie. Passado algum tempo, porém, Ben descobriu que nem tudo poderia ser perfeito, pois tomou conhecimento de que Annie se encontrava doente . Annie tinha um linfoma já há alguns anos do qual pensava ter ficado curada, mas o problema voltara a surgir. Annie recusava-se, contudo, a receber terapia, pois já estava cansada dos seus efeitos secundários. No entanto, Ben, um homem cheio de força e coragem, consegue convencê-la a não desistir.

Este livro, foi um dos livros da minha vida, por ter um desfecho magnífico: Estavam entrelaçados agora como os fios de uma corda. E foi então que Ben percebeu que os médicos podiam aprender algo com os poetas: era o amor que suavizava a dor da vida. Era a única coisa que tornava a vida suportável. E esse bálsamo era o melhor medicamento que Ben jamais conhecera.

Este livro  foi sem dúvida marcante, pois mostra a extrema coragem e o verdadeiro amor que Ben sentia por Annie ao ponto de a conseguir convencer a receber de novo o tratamento.

Sara Moreira, 10ºB

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Há momentos em que parece que vivo à parte, rodeada de todos e de ninguém, mas, às vezes aparece alguém, lá bem no fundo do horizonte, que chama por mim. Caminho e volto a caminhar sem rumo traçado, apenas ouvindo a melodia daquela voz. Quando lá chego, encontro algo sem traços definidos e sinto-me novamente perdida. Olho melhor, à procura de explorar e só identifico uma mão. Pego nela e deixo-me levar.

Holding_the_world_in_your_hand_by_kristinelarsen

"Holding the world in your hand", por Kristinelarsen

O que quer que aquilo fosse, no caso de ser verdadeiramente alguma coisa, levou-me a descobrir um mundo novo, cheio de cores, de sentimentos, de Alegria! De repente, aquela realidade parou e fez-me olhar em volta. Olhei e olhei mas não via nada… Até que olhei melhor e vi um arco-íris. Fixei o meu olhar naquela imagem e fechei os olhos…Os meus sonhos mais perfeitos, tornaram-se em pesadelos em tonalidades de cinzento. Então, voltei a sentir receio que aquilo voltasse…A vida antes de tudo era uma irrealidade real que me atormentava divinamente todos os dias da minha vida.

Eu sabia que não podia ter receio daquilo. Ou era agora ou nunca. Continuava de olhos fechados e com receio de os abrir e voltar a ver o mesmo que vira durante a minha existência. Será que agora era pior? Ou era apenas a minha imaginação a pairar até ao ínfimo do meu ser e imaginar tudo de um modo pior?

Senti algo a tocar-me e abri os olhos tão repentinamente que me senti tonta, mas ao mesmo tempo bem. Desta vez era um rapaz com os olhos mais delicados e perfeitos que alguma vez tinha visto. Pegou-me na mão e eu sorri. Nesse momento percebi que se torna tão fácil sorrir quando alguém nos pega na mão e nos leva em frente que nem a mais perfeitamente simples gota de água do charco mais longínquo teria sabedoria suficiente para mostrar o contrário. Apercebi-me que o mundo é grande, mas só para quem perdeu algo na outra ponta. É grande para quem continua à espera. É grande para quem vê a distância com os olhos, e não com o coração. E um olhar parece ser tanto, quando tantos olhares nos separam de onde o nosso coração está. Para mim, um olhar é tudo.

Por vezes procuramos aprender a ser grandes quando ainda somos pequeninos e depois, quando crescemos, vimos que não brincámos o suficiente, que não chorámos o suficiente, que não ouvimos o suficiente… E portamo-nos como crianças, choramos mais e mais pelo que devíamos ter chorado e ouvimos os conselhos dos outros com atenção. Apercebemo-nos então que era assim que devia ser: devíamo-nos sentir culpados por não ter brincado demais e brincar com os sentimentos dos outros, depois choraríamos por isso e escutaríamos com atenção o pedido de desculpas e ficaríamos felizes por isso.

Sou feliz assim, depois de tantas lágrimas, tantos arco-íris, tantos insultos e tantas desculpas? Só o tempo o dirá.

Ana Rita, 10ºB

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love bookAmor é como um livro de 500 páginas – a partir do momento em que começamos a lê-lo não conseguimos parar. Não é, porém, como aqueles livros que se “devoram” numa  noite, mas sim um daqueles que se lêem por capítulos, começando por:

1ºCapítulo, Sensação
2ºCapítulo, Sentimento
3ºCapítulo, Atracção
4ºCapítulo, Paixão
5ºCapítulo, Amor
E, por fim, o 6º capítulo, que depende de “leitor” para “leitor”, o fim de tudo ou o início de algo mais sério.

Mas falemos então do dito “livro” do amor…
Bem, no 1ºcapítulo temos uma “personagem” que tem uma mera sensação por uma outra “personagem”: à medida que o tempo passa, a sensação transforma-se num sentimento, começando o 2º capítulo, onde nos apercebemos que esse sentimento cresce a cada dia que passa, passando para a atracção, iniciando-se assim o 3º capítulo. Essa atracção não é atracção física, mas sim atracção pelo que a “personagem” é, não pela sua aparência.
Ao fim de umas quantas “páginas”, percebemos que essa atracção era mútua, ambas as “personagens” a sentiam e, com estas revelações, passamos directamente para o 4º capítulo, onde as “personagens” começam a namorar e descobrem que se amam profundamente, quando aquela paixão cresce até ao topo de tudo, ou seja, estamos no 5ºcapítulo… sem nos apercebermos, já lá chegámos…
E lá chegamos ao 6º capítulo… mas agora não poderei resumir mais este livro, pois a partir de agora tudo depende do “leitor” e da sua decisão: se ele escolhe acabar por aqui ou se quer algo mais.
A decisão está nas mãos e no coração de cada um …

Mafalda Teixeira, 10ºB

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