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José Castanheira, 11º C

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A Mudança

Mudar de escola é difícil, porém existem vantagens e desvantagens. Os amigos são para sempre, mas devido à falta de comunicação vão-se esquecendo uns e outros. Por aqui vemos que existem sempre dois lados nas coisas.

Às vezes, a mudança de escola significa para melhor, pois existem escolas que estão pouco modernizadas. Mudar de escola é um recomeço: novos amigos, novos professores, novas salas e muitas outras coisas. Porém, ao mudar de escola ficamos tristes, pois as pessoas com quem falávamos, brincávamos todos os dias, na escola anterior, irão desaparecer.

As escolas podem ser diferentes, mas uma coisa todas têm em comum, a amizade.

João Santos,  7ºA

Vantagens e desvantagens em mudar de escola

As vantagens em mudar de escola são as seguintes: fazer novos amigos, ter novos professores, conhecermos uma nova escola e sermos mais independentes.

Para mim, uma das grandes vantagens é estar perto de casa, assim chego mais cedo e tenho tempo para fazer outras coisas de que gosto.

As desvantagens são estas: termos de perder tudo o que tínhamos na outra escola, como os amigos e os professores que conhecíamos e com quem estávamos habituados a conviver diariamente. Quando entramos numa nova escola, sentimo-nos como uns intrusos, pois a nova escola é um lugar desconhecido.

Para mim, a maior desvantagem desta mudança foi ter de me separar das minhas melhores amigas, que eram muito especiais para mim. Todos os dias sinto falta delas…

Mas as mudanças fazem parte da nossa vida e temos de aprender a viver com elas.

Ana Rita Gonçalves, 7ºA

Uma Mudança Radical

As vantagens e desvantagens em mudar de escola são as seguintes: conhecer pessoas novas; mudar de ambiente; conhecer uma escola melhor ou pior, neste caso, é melhor.

No meu caso, mudei de tipo de escola, pois antes andava num colégio. Como vinha para uma escola pública todos diziam que ia notar uma grande diferença, mas ainda não a notei.

As desvantagens, para mim, são outros aspectos: não ter muito tempo para os amigos da escola antiga; perder professores que achava muito bons e também correr o risco de não fazer amigos. Mas estou disposta a correr esse risco.

Assim, chego à conclusão de que as vantagens são mais que as desvantagens e de que tenho, afinal, que aprender a viver com as desvantagens.

Francisca Côrte-Real,  7ºA

Textos enviados pela Profª  Dulce Sousa

Imagens retiradas daqui, daqui e… daqui

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O Rapaz do Pijama às Riscas é um livro (adaptado a filme) que fala sobre o Holocausto e foi escrito por John Boyne.

Bruno nada sabe sobre as terríveis crueldades que o seu pais executa a vários milhões de pessoas. Bruno tem 9 anos e vive numa grande casa em Berlim, com a sua mãe, pai e irmã (Gretel) durante a Segunda Guerra Mundial. Ele sabia que o seu pai tinha um importante emprego para o país e que um homem conhecido por “Fúria” tinha grandes planos para ele, mas não sabia ao certo o que o seu pai fazia.

Um dia, foram visitados por “Fúria”, um individuo baixo, de cabelo escuro, cortado muito curto e com um bigode minúsculo. Depois desse jantar, que parecia ser muito importante, o pai de Bruno recebeu um novo uniforme e foi nomeado Comandante. A família de Bruno teve então que se mudar para Auschwitz devido à nova posição do pai no seu emprego, para descontentamento de Bruno.

Ele sentia-se triste com a sua nova casa: não tinha a companhia dos seus 3 melhores amigos, Karl, Daniel e Martin, e estava sempre a perguntar à mãe e ao pai quando é que iam voltar para Berlim, mas levava sempre um “nos tempos mais próximos” como resposta, ficando sem saber quanto tempo era “nos tempos mais próximos”. A casa de Berlim ficava numa rua sossegada, com casas à volta cheias de miúdos com quem ele costumava brincar, enquanto que a casa de Auschwitz estava num lugar vazio e isolado e não havia ninguém com quem brincar. Bruno tinha uma janela no quarto da nova casa, e para além da floresta e de um jardim, extremamente cuidado, havia também uma vedação ao longe que se estendia pelo horizonte onde via pessoas, idosos, adultos e crianças, que despertavam o seu interesse. Foi perguntar ao seu pai quem eram aquelas pessoas, mas o pai respondeu-lhe com uma resposta surpreendente: “Aquelas pessoas não são pessoas.”

Bruno estava proibido de explorar a casa nova e arredores, mas o mistério daquela vedação despertava-lhe tanto interesse  que decidiu investigar as pessoas e a vida para lá dela.

Quando já estava no fim da exploração de um dos dias, Bruno viu ao longe um ponto, que se transformou numa pinta que se transformou numa mancha que se transformou num vulto que se transformou num rapaz. Esse rapaz encontrava-se no outro lado da vedação e chamava-se Shmuel – tinha 9 anos e tinha nascido no mesmo dia que Bruno, o que sendo uma grande coincidência adivinhava uma grande amizade. E, desde esse dia, os dois rapazes passaram a encontrar-se no mesmo sítio onde se conheceram, todos os dias durante 1 ano, contando a historia dia-a-dia em cada lado da vedação, isto é, relatando cada um a sua vida.

Bruno queixou-se de ter mudado de uma casa cheia de vida e com 5 andares, para uma com 3 andares onde se sentia sozinho e sem nada para fazer, enquanto Shmuel narra que mudou de uma vida completamente pacata, vivendo numa casa humilde com a sua família, para uma vida atribulada e com pouca privacidade, chegando a viver durante 1 ano com 11 pessoas num só quarto. Bruno começou a aperceber-se que a vida dele comparada com a de Shmuel era um paraíso, mas Shmuel tinha crianças da idade deles dentro da vedação por isso poderiam brincar umas com as outras, o que levou Bruno a achar que Shmuel estivesse a exagerar  o relato da sua vida.

Muitas mais controvérsias se sucederam até que Bruno recebeu a informação que ele, a sua mãe e a sua irmã iriam voltar para a sua antiga casa em Berlim por ordem de seu pai. Por um lado, ficou contente pois ia estar outra vez com os seus três  melhores amigos para a vida, mas,  por outro, ficou triste pois os seus três amigos poderiam já nem o reconhecer e também porque assim nunca mais iria voltar a ver Shmuel. Porém, como a ordem tinha sido dada pelo seu pai quer ele gostasse quer não teria de a respeitar. Perante este facto, Bruno e Shmuel planearam a sua ultima aventura: Bruno veste um pijama às riscas e passa por baixo da vedação ajudando a procurar o pai de Shmuel que tinha desaparecido há 3 dias do campo. Isto já era uma tarefa complicada, pois toda a gente vestia um pijama às riscas, era magra, careca (aproveito para dizer que Bruno e Shmuel estavam muito semelhantes pois Bruno tinha rapado o cabelo por ter apanhado piolhos) e com nenhuma vontade de viver e ainda se complicou mais pois o céu começou a escurecer e começou a chover torrencialmente.

Após algum tempo, Bruno diz a Shmuel que lamentava mas que não o conseguia ajudar a procurar o seu pai e que era melhor ir para casa, até que se viram envolvidos numa marcha comandada por guardas nazis formando-se um aglomerado de centenas de pessoas. Essa marcha levaria Bruno, Shmuele essas centenas de pessoas a uma câmara de gás, que Bruno pensava ser para abrigar as pessoas da chuva.

Ao fim de algum tempo de lá estarem dentro, Bruno diz a Shmuel que quando o fosse visitar a Berlim lhe apresentaria os seus 3 melhores amigos para a vida, mas já nem se lembrava dos nomes deles nem das suas caras, corrigindo-se dizendo que Shmuel era o melhor amigo dele para a vida. Bruno aperta as mãos a Shmuel, convencido que nunca as ia largar acontecesse o que acontecesse. Subitamente, as luzes apagam-se e nunca nada mais se soube acerca do dois amigos.

A família de Bruno passou alguns meses à sua procura e, passado um ano, quando o seu pai foi ao lugar onde os guardas nazis viram a roupa de Bruno (fora da vedação) descobriu que a vedação não estava suficientemente presa ao chão como devia e que dava perfeitamente para uma criança do tamanho de Bruno passar. Após alguns segundos, o pai de Bruno apercebeu-se que matara o seu próprio filho e que nada mais poderia fazer para voltar atrás.

Escolhi ler este livro porque consegue abordar a época Nazi de uma forma simples, não deixando, no entanto, de ser cruel e realista. Foca a inocência de duas crianças, que apesar de pertencerem a culturas diferentes, conseguem viver uma amizade inocente num mundo ignorante. Recomendo-o pois ele consegue transmitir que somos todos seres humanos e que devemos ser respeitados independentemente dos nossos ideias, costumes e cultura, porque se não o fizermos podemos magoar quem realmente amamos.

Gonçalo Mordido,  10º B

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