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Archive for Maio, 2010

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A revista de divulgação científica Muy Interesante propôs a 14 personalidades, especialistas nas mais diversas áreas do conhecimento, desde a Tecnologia de Comunicações, à Medicina, passando até pela Gastronomia, o desafio de escolherem algo de realmente importante que a humanidade deveria concretizar até 2030. Merece uma visita.

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A equipa SOLAResds, constituída pelos alunos Filipe Oliveira, Francisco Relvas e Rafael Peixinho que desenvolveu o projecto Rali Solar na nossa escola, está apurada para a prova intermédia do Rali Solar, que irá decorrer no Museu da Electricidade, no dia 14 de Maio.

O concurso Rali Solar, promovido pela Fundação EDP – Museu da Electricidade e a Ciência Viva com o apoio científico da SPES – Sociedade Portuguesa de Energia Solar e do LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia, visa contribuir para o desenvolvimento da cultura científica e do empreendedorismo dos jovens na área do aproveitamento da energia solar através da realização de actividades experimentais.

O projecto da equipa SOLAResds, desenvolvido na disciplina Área de Projecto– 12º ano, envolveu a construção de um protótipo (um carrinho que recorre à conversão fotovoltaica) e a elaboração de um relatório que levaram ao apuramento para a prova intermédia do Rali Solar.

Filipe Oliveira, Francisco Relvas e Rafael Peixinho (12º C)

Orientação do Projecto: Professora Laila Ribeiro

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Bruno Costa, 7ºB

Carina Florindo, 7º B

Tiago, 7º B

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Aceda ao programa aqui.

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CFCs em sistemas de refrigeração

Os clorofluorocarbonetos (CFC’s) são um grupo de compostos químicos produzidos pelo Homem, que têm na sua constituição átomos de cloro (Cl), flúor(F) e carbono (C).  São utilizados habitualmente em sistemas de refrigeração para frigoríficos e ar condicionado, sprays vaporizadores e gases de limpeza e esterilização.

Há alguns anos, estes compostos eram considerados vantajosos, por serem quimicamente estáveis, inodoros, não inflamáveis, não corrosivos e baratos em termos de produção. Mas a partir dos anos 70, descobriu-se que afinal estes compostos químicos não eram tão inofensivos como pareciam ser nos primeiros testes. Os cientistas chegaram à conclusão de que os compostos dos CFC’s não se degradam facilmente pelo que permanecem demasiado tempo na atmosfera, e uma vez atingindo a estratosfera contribuem para a destruição da camada de ozono.

Os CFCs são utilizados como dispersores de sprays

A camada de ozono corresponde a uma grande concentração de ozono (O3) na estratosfera. Esta camada formou-se devido às condições de pressão e temperatura favoráveis na estratosfera. Este fenómeno é essencial à vida na Terra, porque tem a capacidade de filtrar as radiações solares nocivas para os seres vivos. Contudo, nos últimos anos, registou-se uma diminuição da espessura da camada de ozono na zona da Antárctida, fenómeno designado por “buraco” na camada de ozono”. Este acontecimento deve-se principalmente à poluição gerada pelos CFC’s que, ao decompor-se na estratosfera com a ajuda das radiações solares ultravioleta, liberta os seus átomos de cloro que são muito reactivos e capazes de decompor as moléculas de ozono. Um átomo de Cl, que absorve energia da radiação ultravioleta (radical livre cloro, Cl.), consegue destruir cerca de 1 000 000 moléculas de ozono num processo cíclico:


vaporizadores sem CFCs

A diminuição da espessura da camada de ozono resulta na redução da eficácia da filtração da radiação solar ultravioleta, o que pode provocar mudanças climáticas e doenças nos seres vivos. Actualmente, a produção de CFC’s tem sido evitada, graças também a leis estabelecidas em acordos como o Protocolo de Montreal, e a utilização de compostos alternativos.

José Carlos Castanheira, 10ºC

Fotos originais de Laila Ribeiro

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